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05 agosto, 2018

SINFONIA DE AMOR - 75 AUTORES SELECCIONADOS



SINFONIA DE AMOR
Contos, Crónicas, Cartas & Poesias
Organização Isidro Sousa
Colecção Sui Generis


Foram seleccionados textos de 74 Autores Lusófonos para o projecto «Sinfonia de Amor», uma antologia em prosa e poesia – Contos, Crónicas, Cartas & Poesias – integrada na Colecção Sui Generis, que será brevemente publicada com a chancela Euedito. Além de assumir as funções de Organizador e Coordenador, Isidro Sousa contribui também com um texto assinado por si – o que perfaz um total de 75 Autores (contemporâneos) desta obra colectiva: 36 de Portugal, 36 do Brasil, 2 de Angola e 1 de Moçambique.

Além dos textos seleccionados, enviados pelos Autores participantes, serão incluídos nas páginas desta antologia mais alguns textos de Autores consagrados, grandes vultos da Literatura Lusófona, cujos nomes serão revelados aquando da edição do livro. 

Todos os Autores estão de parabéns! Agradecemos as vossas participações e o voto de confiança que depositaram em mais uma Antologia Sui Generis.



Eis a lista dos Autores seleccionados:


Adão Paia
Aldir Donizeti Vieira
Alice MultiUniVerso
Alsoupe
Amélia M. Henriques
Anderson Furtado
André Magalhães
Angelina Violante
Anilene Ferreira
Anna Civolani
Antonia Nery Vanti
Auridea Moraes
Balthasar Sete-Sóis
Bhetty Brazil
Caesar Charone
CAren DiLima
Carlos A. Barreiro
Carlos Viegas
Catarina Pedrosa
Cinthia Gonçalez
Clécio Azevedo
Cristina Sequeira
David Sousa
Diamantino Bártolo
Douglas Lobo
Eduardo Ferreira
Estêvão de Sousa
Fátima d’Oliveira
Fátima Soares
Fernando Kya Samba
Francisco José Pinheiro de Souza
Gilton Carlos
Guadalupe Navarro
Irene Serrão
Isabel Martins
Isidro Sousa
Isolina Carvalho
Jeferson Sabran
Joaquim Matias
Jonnata Henrique
Jorge Gaspar
Jorge Pincoruja
Juliana Castro
Lenilson de Pontes Silva
Lira Vargas
Luciana Bessa
Lucinda Maria
Luís Cardoso
Luís Fernandes
Luiz A. G. Rodas
Maria Alcina Adriano
Maria Isabel Góis
Maria Lascasas
Marisa Luciana Alves
Marli Voigt
Marta Maria Niemeyer
Marizeth Maria Pereira
Mary Rosas
Olímpia Gravouil
Paula Homem
Paulo Moreira
Roberto Ferrari
Robson Hurtado
Rodrigo Ortiz Vinholo
Rosa Marques
Sandra Ramos
Sara Timóteo
Simone Lima
Sónia Fernandes
Sónia Maio
Tayná Messi
Tiago Sousa
Vidânia Macossa
Vieirinha Vieira
Wellington Barbosa Jr.



Agradecemos que os Autores mencionados verifiquem se os respectivos nomes (ou pseudónimos) estão correctos. São estes os nomes que assinam os textos e os mesmos serão incluídos na contracapa do livro. Caso haja alguma incorrecção, comuniquem-nos com brevidade – por e-mail – para que possamos proceder às rectificações necessárias.



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17 julho, 2018

SINFONIA DE AMOR - SUBMISSÃO DE TEXTOS ENCERRADA



Agradeço às larguíssimas dezenas (quase uma centena) de Autores que submeteram as suas participações. Recebemos imensos textos... imensos mesmo!... poemas belíssimos, cartas emocionantes, diversos contos e crónicas... textos reais, estórias fictícias... um pouco de todos os géneros... sobre as mais variadas formas de Amor.

A selecção dos textos que vão integrar esta «Sinfonia de Amor» ficará concluída no prazo de duas semanas e todos os Autores seleccionados serão notificados por email. Até ao dia 31 de Julho. Só depois tornaremos pública a relação completa de Autores seleccionados... nas nossas páginas e no blogue Sui Generis.


PS – Acusámos a recepção de todos os textos recebidos por email... respondemos a todos até ontem, 16 de Julho. Todos sem exepção! Se porventura algum Autor enviou (ou tentou enviar) email e não recebeu resposta, é favor comunicar-nos. Temos conhecimento de que ocorreram constrangimentos no envio de emails com alguns Autores... e só demos conta deles porque esses Autores questionaram via Messenger se havíamos recebido os seus emails. Não os havíamos recebido... mas logo se identificou a razão dos constrangimentos e os mesmos foram ultrapassados.


PSS – Só são considerados no processo de selecção os textos que foram recebidos por email. Textos que enviaram pelo Messenger não foram aceites para este projecto...



SINFONIA DE AMOR
Contos, Crónicas, Cartas & Poesias
Organização Isidro Sousa
Colecção Sui Generis

Uma Antologia Lusófona
Organizada em Portugal


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30 junho, 2018

PRISIONEIROS DO PROGRESSO – LANÇAMENTO NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE PORTO SANTO

Imagens da sessão de apresentação de «Prisioneiros do Progresso», o segundo livro de poesia de Rosa Marques que integra a Colecção Sui Generis, editado com a chancela Euedito, que decorreu no passado dia 22 de Junho, na Biblioteca Municipal de Porto Santo, com o apoio da autarquia local. A obra foi apresentada pela professora Luz Freire e pela Dra. Lucília Sousa, e a autora teve presentes na sessão alguns exemplares do seu primeiro livro, «Mar em Mim», que foi reeditado no primeiro trimestre deste ano.





































A maioria destas fotografias foi gentilmente cedida pela Foto Colombo, e outras imagens foram recolhidas nas páginas do Facebook de Manuel Araújo, amigo da autora, e da professora Luz Freire.


Parabéns, Rosa Marques! Pela nova obra e pelo belo evento...



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22 junho, 2018

PRISIONEIROS DO PROGRESSO – PREFÁCIO




PREFÁCIO

  
É com bastante satisfação que assumo, novamente, o papel de editor e torno a prefaciar um livro de Rosa Marques: a sua segunda obra poética, que reflecte fortes preocupações de âmbito social. Se Mar em Mim, o primeiro livro, apresenta temas que lhe são caros e a tocam particularmente a nível pessoal, sendo a maioria dos poemas dedicada à Natureza, às ilhas do seu coração (Madeira e Porto Santo) e ao mar com o qual sempre conviveu, este novo Prisioneiros do Progresso debruça-se sobre questões assaz alarmantes que vão muito além do foro pessoal: afectam todos os seres! Porque Rosa Marques, sendo uma pessoa humana e sensível, é igualmente uma autora atenta, consciente e desassossegada. Preocupa-se com os seus sonhos, com a sua própria vida e a vida dos seus, mas também se inquieta com as vidas e as condutas de outrem... com a sociedade egoísta e materialista em que vive e o mundo cada vez mais mecânico e desumano que a rodeia.
O contacto entre nós estabelecido em 2015 ultrapassou, desde cedo, a mera relação editorial: foi adentrando, de modo crescente, no campo da amizade, gerando-se, de dia para dia, um apreço salutar entre autora e editor construído com pequenas/grandes cumplicidades. Não senti, talvez por isso mesmo, qualquer estranheza quando ela manifestou, alguns meses após ter publicado Mar em Mim, a intenção de editar outro livro de poesia. Não obstante, a temática dos poemas que constituiriam o novo livro deixou-me, numa fase inicial, um tanto apreensivo...
Neste pequeno universo literário em que grande parte das obras poéticas apresentam conteúdos que obedecem (quase) sempre a desejos e anseios de ordem pessoal, editar um livro de poesia totalmente dedicado a assuntos sociais, tecnológicos, ambientais e humanitários pareceu-me uma ideia arrojada, e até arriscada. Não que estes temas não sejam merecedores de atenções reflectidas, também, a nível poético. Pelo contrário: é de louvar! Mas surgiu-me logo uma questão deveras pertinente: quem desejaria adquirir um livro cujos poemas se preocupam, em exclusivo, com as tecnologias que isolam cada vez mais o ser humano e o fazem olhar somente para o próprio umbigo, com as sociedades crescentemente globalizadas, impiedosas e desumanas, resultantes de um progresso acelerado e descontrolado, com toda a humanidade que habita o planeta Terra em perigo? Isto porque, na minha visão de editor, embora privilegie sempre a qualidade das obras literárias, há outros investimentos imprescindíveis à produção de um livro que carecem de retorno, investimentos financeiros, e esse retorno nem sempre poderá ser breve, ou tão breve como se desejaria.
Mas Rosa Marques, expondo-me a sua inquietude e a razão dos temas abordados, logo me tranquilizou. A qualidade dos poemas, aliada à sensibilidade e à simplicidade que a caracterizam, também. São largas dezenas de textos escritos em momentos diferentes, que registam sentimentos de angústia e aflições em diversos períodos da vida da autora, revelando mágoas, descontentamentos e revoltas, não havendo, inicialmente, o objectivo concreto de serem reunidos num livro; em certa altura, porém, a autora constatou que esses mesmos textos poéticos seriam suficientes para formarem um volume. E à medida que chegavam às minhas mãos, para que a obra fosse organizada, convencia-me, cada vez mais, de que este novo livro seria, além de interessante, um excelente desafio/alerta pela via da poesia... e muito oportuno nos tempos que correm! Tal como atestam os versos introdutórios de Prisioneiros do Progresso, o (primeiro) poema que empresta o seu título ao livro: Deslumbrado com o grau de desenvolvimento que já conseguiu atingir / O homem não “sabe”, não quer mais parar... / Egocêntrico, cada vez mais sedento de explorar... de modificar... / Numa sede crescente de progredir... mesmo consciente de que está a destruir...
De acordo com o pensamento da autora e as palavras que me transmitiu, o homem tem causado danos irreversíveis no nosso planeta, que colocam em risco toda a humanidade. Esvaziando-o das substâncias que o tornam equilibrado e habitável, sobrecarregando-o de produtos altamente poluentes e que estão a destruir a atmosfera... dando origem ao aquecimento global, ao efeito estufa, etc. Mesmo consciente de que age mal, ele dá (continua a dar) largas à insensatez. Além de promover um progresso descontrolado que poderá ter consequências nefastas para todos os seres vivos que habitam a Terra, mantém-se indiferente aos danos que desencadeia, ao esgotar, egoisticamente, os recursos naturais do planeta sem pensar nas gerações vindouras. Tudo isso numa ânsia de saciar desejos sem limites, com sede incontrolável de desenvolver, de evoluir sempre e cada vez mais, sem olhar a meios para atingir os fins, e insensível para o inevitável desfecho que poderá ser catastrófico. A situação é alarmante!, frisa a autora. Destruindo o seu próprio habitat, o ser humano caminha a largos passos para o abismo da destruição, da anulação de si mesmo.
No entanto, o homem do século XXI, apesar de todo o desenvolvimento que alcançou, não é feliz. Tornou-se um ser insensível, sem lei, materialista e tecnológico, fruto desse progresso descontrolado que anula os bons valores éticos e morais que regem a vida, descurando a parte espiritual, a mais importante para uma vida feliz e saudável... daí todo o desequilíbrio. Existe uma insatisfação crescente, que ele procura colmatar com mais desenvolvimento... conquistando mais bens materiais. Esta sede desmesurada de poder e de conquista está originando uma cegueira geral para a verdadeira realidade, para o estado em que o mundo se encontra, para a necessidade de se valorizar a vida humana... e menos a parte material. Criando seres insensíveis e indiferentes...
A solidão entre os seres, a falta de afecto, a ausência de valores, as desigualdades sociais, o desprezo pela vida humana, a ambição desmedida, a desordem nas sociedades, as guerras e a pobreza, as alterações climáticas provocadas pela mão humana, enfim, o caos no mundo e a (consequente) desumanização que se tem verificado e acentuado a cada dia são algumas das imensas inquietações bem vincadas nos 67 poemas incluídos neste livro, que remetem, constantemente, para a necessidade de moderar e controlar o desenvolvimento a nível mundial, educando, sensibilizando e consciencializando os seres humanos para uma maior responsabilidade, o que permitirá reduzir os malefícios que a todos afectam.
Sem mais delongas, deixo-lhes nas mãos este Prisioneiros do Progresso, uma belíssima obra poética que, para além do prazer que a sua leitura irá seguramente proporcionar, poderá despertar consciências para certas realidades que nos rodeiam, cumprindo também, desse modo, uma função pedagógica.

Isidro Sousa





Título: PRISIONEIROS DO PROGRESSO
Autora: Rosa Marques
Prefácio: Isidro Sousa
Colecção Sui Generis
Editora Euedito

Editores:
Isidro Sousa (Sui Generis)
Paulo Lobo (Euedito)

ISBN: 978-989-8896-02-5
Depósito Legal: 434950/17
Páginas: 120 páginas




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