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21 outubro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM A AUTORA MARCELLA REIS



Entrevista de Marcella Reis, autora de vários livros e coordenadora de uma antologia Sui Generis («Saloios & Caipiras»), para a Revista Divulga Escritor. Um grandioso projecto jornalístico que conta com o apoio Sui Generis. Parabéns, Marcella!

A entrevista pode ser lida neste link:

Boas leituras... e comentem!

A autora agradece. E nós também ;)




18 outubro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM A AUTORA ANA MARIA DIAS


Entrevista de Ana Maria Dias, autora de vários livros, para a Revista Divulga Escritor.
Um grandioso projecto jornalístico que conta com o apoio Sui Generis. Parabéns, Ana!

A entrevista pode ser lida neste link:

Boas leituras... e comentem!

A autora agradece. E nós também ;)




14 outubro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM O AUTOR FELIPPE ABREU


Entrevista de Felippe Abreu, autor de «Roger Gonçalves», para a Revista Divulga Escritor. Um grandioso projecto jornalístico que conta com o apoio Sui Generis. Parabéns, Felippe!

A entrevista pode ser lida neste link:

Boas leituras... e comentem!

O autor agradece. E nós também ;)


12 outubro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM O AUTOR RICARDO DE LOHEM



Entrevista do autor Ricardo de Lohem para a Revista Divulga Escritor.
Um grandioso projecto jornalístico que conta com o apoio Sui Generis.
Parabéns, Ricardo!

A entrevista pode ser lida neste link:

Boas leituras... e comentem!

O autor agradece. E nós também ;)




11 outubro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM A AUTORA SUZETE FRAGA



Entrevista de Suzete Fraga, autora do livro Sui Generis «Almas Feridas»,
para a Revista Divulga Escritor. Um grandioso projecto jornalístico
que conta com o apoio Sui Generis.

Parabéns, Suzete!

A entrevista pode ser lida neste link:

Boas leituras... e comentem!


A autora agradece. E nós também ;)


09 outubro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM A AUTORA SARA TIMÓTEO


Entrevista de Sara Timóteo, autora (várias vezes distinguida em certames literários) de diversos livros em prosa e poesia e uma presença assídua nos projectos Sui Generis, para a Revista Divulga Escritor. Um grandioso projecto jornalístico que conta com o apoio Sui Generis. Parabéns, Sara!

A entrevista pode ser lida neste link:

Boas leituras... e comentem!

A autora agradece. E nós também ;)



08 outubro, 2016

«NUM REINO SUI GENERIS» - TEXTO PUBLICADO NA REVISTA DIVULGA ESCRITOR Nº 22 | OUTUBRO 2016

Isidro Sousa fotografado por Dado Goes em 16-07-2016

Completei, no mês de Agosto, um ano de actividade enquanto antologista durante o qual organizei diversos projectos, estando alguns já editados e outros a decorrer. Publicados: «A Bíblia dos Pecadores – Do Génesis ao Apocalipse» (textos literários inspirados em episódios bíblicos), «O Beijo do Vampiro» (contos vampirescos) e «Vendaval de Emoções» (poesia sobre emoções). Em fase de produção e/ou edição: «Ninguém Leva a Mal» (estórias carnavalescas), «Sexta-Feira 13» (contos assombrosos; mitos e superstições), «Saloios & Caipiras» (contos, causos, lendas e poesias sobre as ruralidades brasileira e portuguesa) e «Torrente de Paixões» (poesia dedicada às paixões). A decorrer: «Os Vigaristas» (crónicas, poemas e contos do vigário), «Devassos no Paraíso» (contos sensuais e eróticos), o segundo volume de «A Bíblia dos Pecadores» com «Os Três Testamentos» (sendo o terceiro um «Testamento Poético») e «Anjos & Demónios» (contos sobrenaturais). São obras colectivas que – embora sejam editadas em Portugal, com o selo Sui Generis – registam, desde os primórdios, uma forte presença de autores brasileiros. Organizei ainda, além dos projectos Sui Generis, a antologia natalícia «Boas Festas» para uma editora cujo nome não ouso... publicitar.

«A Bíblia dos Pecadores», cujo regulamento tornei público no dia 9 de Agosto de 2015, foi a obra inaugural. Despertou imenso interesse e bastante celeuma, não só pelo tema em si, forte e polémico, mas também pela metodologia na sua divulgação; cartazes diários (diferentes) deveras apelativos nas redes sociais, respostas imediatas às solicitações, acompanhamento a autores que manifestaram algum tipo de dificuldade e lançamento de novos autores no panorama literário. Houve poetas que, incentivados por mim, estrearam-se (alguns deles viciaram-se) na prosa. E temos, também, outros autores que lançam brevemente, através da Sui Generis, os seus primeiros livros: Suzete Fraga («Almas Feridas»), Rosa Marques («Mar em Mim») e eu... Isidro Sousa («Amargo Amargar»). Três obras a solo cujos lançamentos serão simultâneos, em Lisboa.

Doze meses literários bem produtivos! Um ano Sui Generis! Onze obras colectivas organizadas e os primeiros livros individuais em vias de publicação. Um balanço muito positivo! Graças a Deus!

Mas nem tudo foram rosas. O trimestre inicial, além de trabalhoso, revelou-se turbulento devido ao erro (gravíssimo) de ter associado a antologia inaugural a um grupo editorial que não prima pela transparência, cujos mentores, numa obsessão desvairada e ambição descarada (somente) pelo dinheiro, pretendiam apoderar-se do mesmo. Não permiti que o meu projecto fosse prejudicado ou deturpado! Não me deixei comer por lorpa! E muito menos cair no conto do vigário! Não me deixei ludibriar com falinhas mansas, nem intimidar. Resistindo a pressões e ameaças, recusei enviar os textos sem ter um contrato assinado. Denunciei a situação aos autores participantes, e bati-lhes com a porta na tromba. Defendi (sempre) o meu projecto com a garra de um leão! Não, a mim ninguém me pisa! Logo após, instituí a marca Sui Generis, contactei outras empresas e não tardei a descobrir a EuEdito... esta, sim!... uma editora crível, honesta e transparente, que merece toda a credibilidade. Desde então, continuei a minha jornada (evoluindo sempre) de cabeça erguida. Nem perseguições, tentativas de sabotagem ao meu primeiro lançamento e de desmoralização pública me fragilizaram. Só deixei de ser incomodado quando divulguei o regulamento de «Os Vigaristas». Sim, é necessário firmeza e esta foi a melhor resposta! Embora seja deveras trabalhoso (deixei de ter vida própria) e haja sempre altos e baixos, tenho força de vontade; a minha persistência consegue contornar barreiras e obstáculos que atrapalham o caminho, para levar nobres objectivos a portos seguros.

Não fundei uma nova editora, como ponderei no início, porém, associei a Colecção Sui Generis à EuEdito, a editora oficial dos livros Sui Generis. Além de fornecer o suporte legal necessário à publicação dos nossos livros, cuidar da impressão dos mesmos e promovê-los em diversas plataformas (Amazon, por exemplo), a EuEdito permite-me autonomia total na gestão dos projectos Sui Generis, sejam obras colectivas ou individuais, desde a organização à comercialização. E prima pela qualidade dos livros que edita! É uma parceria muito vantajosa, que tenciono manter.

A nível pessoal, escrevo desde a adolescência. Embora tivesse fundado, editado e dirigido revistas e jornais entre 1996/2012, sonhava publicar o meu primeiro romance. Cessando a actividade de editar publicações periódicas, deixei de publicar textos durante dois anos, razão pela qual mergulhei de corpo e alma, em 2014, no universo literário. Até Julho de 2015, participei em vinte obras colectivas (Portugal e Brasil) e fui, inclusive, classificado em 2º Lugar num concurso literário. Essa distinção e consequente visibilidade aceleraram o desejo de editar livros, tornando o sonho uma feliz realidade. Não só livros de minha autoria... também de (outros) autores que conheço e admiro, em condições vantajosas e mais acessíveis em relação às que são oferecidas pela maioria das editoras. Comecei, então, por organizar antologias, que incluem (todas sem excepção) textos escritos por mim. Após instituir a Sui Generis, em Dezembro de 2015, deixei de trabalhar nos call centers e dediquei-me exclusivamente às obras literárias. Publiquei a primeira em Fevereiro deste ano e ninguém ficou desiludido. Pelo contrário! Por alguma razão, o segundo volume de «A Bíblia dos Pecadores» está a gerar boas expectativas! A qualidade das Antologias Sui Generis é sobejamente conhecida! Desde o rigor na selecção, organização e revisão dos textos (todos os textos são revisados por mim... mesmo que o autor já tenha revisado, eu reviso sempre!), capas belíssimas concebidas por designers profissionais, ao papel e acabamentos dos livros, que são muito bons! Os livros Sui Generis não contêm erros ortográficos, gralhas ou qualquer lixo visual, como vi tantas vezes noutras obras em que participei; basta pegar num livro já editado e folheá-lo, para comprovar.

Vários autores participam em projectos de diversas editoras. Fazem bem! Mas há quem prefira as Antologias Sui Generis. Pela qualidade que as mesmas apresentam. Pela minha transparência. Pelo rigor do meu trabalho. Pela forte cumplicidade existente entre organizador e autores antologiados. Entre outras razões. Há quem participe, pela primeira vez, numa obra organizada por mim. E também aqueles cujos textos já são presença constante em todos os nossos projectos.

É importante que os autores continuem a participar em obras colectivas, mesmo que editem livros a solo. Não direi em todas que apareçam. Seleccionem os temas que lhes interessam, e respectivas editoras. É óbvio que recomendo as Antologias Sui Generis, cujos temas são atractivos e variados (vejam no parágrafo inicial deste artigo), mas seleccionem sempre! Não esqueçam: a maior riqueza de uma antologia reside na variedade dos seus conteúdos, na diversidade dos seus textos, nos diferentes estilos, sensibilidades e graus culturais com que os mesmos são redigidos; é isso o que mais me fascina, pessoalmente, em obras colectivas. E como os leitores em geral têm cada vez menos tempo para ler, ou para lerem textos longos, numa antologia existe a possibilidade de lerem pequenas estórias (ou poemas) e conhecerem diferentes autores em períodos de tempo mais curtos.

Mas lembrem-se: a editora que publica textos sem os revisar, não se preocupa com a qualidade gráfica das capas, do papel e dos acabamentos dos livros e não os promove, não beneficia ninguém. Editoras de qualidade duvidosa não beneficiam qualquer autor! Só se beneficiam a si mesmas, ou a quem as comanda, sugando o suor e sangue dos autores mais ingénuos ou desprevenidos. E que credibilidade terá o autor antologiado em dezenas de obras colectivas de péssima qualidade (textos com erros ortográficos, por exemplo) ou lança o seu livro numa editora menos transparente que acabará por ignorá-lo completamente, abandonando-o à própria sorte, após caçar-lhe os valores estipulados no contrato? Se o autor quer desenvolver uma carreira literária, deve preocupar-se, acima de tudo, com a qualidade! Não só no texto que escreve! Também na obra em que participa e na escolha da editora a que se associa. Isso é fundamental. Caso contrário, não passa da cepa torta.

Por outro lado, mantendo participações em (boas) obras colectivas, o autor continua a trilhar o seu percurso; além de enriquecer a biografia, obter maiores conhecimentos, conhecer e interagir com outros autores, promove (sempre) o seu trabalho. Isso será útil mais tarde, quando publicar um livro a solo (ou outro livro) porque vai criando contactos e potenciais leitores que comprarão o seu livro. Sim, participar em antologias é um bom investimento! Gera frutos, mais cedo ou mais tarde. Diz o ditado: a união faz a força! Mesmo não recebendo valores monetários por participar numa antologia, o autor ganha, seguramente, outros benefícios que lhe serão mais proveitosos do que qualquer compensação financeira. Isso sucedeu comigo! Comecei pelos projectos colectivos de várias editoras – e mantenho participações pontuais. Hoje, estou a organizar. E a editar! O autor que se lança sozinho ou não se envolve em projectos colectivos, dificilmente concretizará os objectivos desejados – não é impossível, todavia, será mais árduo. O mesmo sucede com aquele que conhece as denúncias de práticas irregulares e a qualidade duvidosa de certas empresas e persiste em manter-se associado a essas editoras; cedo ou tarde, acabará sendo prejudicado. Ou mesmo queimado.

Porque devem então (autores e leitores) preferir a Sui Generis? Pelo tratamento personalizado que é dado aos nossos livros e autores: textos relidos várias vezes, revisão minuciosa, paginação cuidada, prefácios personalizados, capas profissionais, bom papel, impressão e acabamentos com excelente qualidade, autores antologiados promovidos nas redes sociais e outros meios ao nosso dispor e as suas biografias presentes em todas as obras colectivas. Sim, existe essa preocupação! Além disso, nas sessões de lançamento de cada antologia, convido sempre os autores presentes a falarem sobre si e sobre o que escreveram; se um autor não estiver presente, eu mesmo falo sobre ele. Porque conheço, realmente, os textos que selecciono e publico! Os próprios autores, embora fisicamente ausentes, acabam por se sentir presentes... o que é bom! Por outro lado, para obras individuais, temos um pacote deveras vantajoso e atractivo, com todos os serviços incluídos, para se apresentar um bom livro, e com orçamentos inferiores aos que as editoras geralmente propõem. Sim, temos uma boa relação de preço-qualidade. Não obstante, livros individuais que publicamos são (também) seleccionados. Porque, na Sui Generis, nem tudo o que vem à rede é peixe!

Para finalizar: quem ainda não conhece obras Sui Generis, preste atenção às nossas páginas e grupos no Facebook e aos blogues “De Lírios” (pessoal) e “Edições Sui Generis”. Analisem o nosso trabalho, verifiquem os procedimentos e questionem outros autores (se sentirem essa necessidade) sobre o meu carácter e idoneidade antes de me abordarem ou submeterem participações para alguma antologia – se dúvidas houver, nada enviem, enquanto as mesmas não forem dissipadas.

Isidro Sousa

Edições Sui Generis
letras.suigeneris@gmail.com


Isidro Sousa fotografado por Dado Goes em 10-06-2016

Revista DIVULGA ESCRITOR Nº 22


Publiquei este texto na revista Divulga Escritor, Nº 22, de Outubro/Novembro 2016.
Nas páginas 15-17. Com duas fotografias do fotógrafo Dado Goes.

A revista encontra-se disponível neste link:


07 outubro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM A AUTORA GUADALUPE NAVARRO



Entrevista de Guadalupe Navarro, autora do livro «Poemas da Alma» lançado em Portugal no ano passado, para a Revista Divulga Escritor. Um grandioso projecto jornalístico que conta com o apoio Sui Generis. Parabéns, Guadalupe!

A entrevista pode ser lida neste link:

Boas leituras... e comentem!

A autora agradece. E nós também ;)




05 outubro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM O AUTOR JORGE MANUEL RAMOS



Entrevista do autor Jorge Manuel Ramos para a Revista Divulga Escritor.
Um grandioso projecto jornalístico que conta com o apoio Sui Generis.
Parabéns, Jorge!

A entrevista pode ser lida neste link:

Boas leituras... e comentem!

O autor agradece. E nós também ;)


01 outubro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM A AUTORA ROSA MARQUES


Entrevista de Rosa Marques, autora do livro «Mar Em Mim», que será brevemente lançado na Colecção Sui Generis pela editora EuEdito, para a Revista Divulga Escritor. Um grandioso projecto jornalístico que conta com o apoio Sui Generis. Parabéns, Rosa!

A entrevista pode ser lida neste link:

Boas leituras... e comentem!


A autora agradece. E nós também ;)

26 setembro, 2016

COMUNICADO OFICIAL - ARQUIVO DA REVISTA KORPUS TOTALMENTE DESTRUÍDO

KORPUS FOREVER
( COMUNICADO OFICIAL )
Fundei a revista Korpus no Verão de 1996, há exactamente 20 anos. A primeira edição foi lançada em Setembro de 1996. Editei e dirigi esta revista (impressa em papel), considerada a primeira revista LGBT portuguesa, e exerci todas as funções inerentes à sua publicação, durante 12 anos. O último número, cuja capa ilustra este post, foi publicado no ano 2008. Acompanhei, por intermédio da revista, todas as lutas da comunidade entretanto conquistadas. A revista Korpus teve o seu tempo... e marcou fortemente uma geração. Vinte anos volvidos após o seu lançamento, comunico oficialmente que todo o Arquivo da mesma se encontra totalmente destruído. Restaram somente algumas colecções completas (menos de cinco). Sem mais declarações. E ponto final.

25 setembro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM A AUTORA LUCINDA MARIA


Entrevista de Lucinda Maria, autora dos livros «Palavras Sentidas», «Alma» e «Divagando...», para a Revista Divulga Escritor. Um grandioso projecto jornalístico que conta com o apoio Sui Generis. Parabéns, Lucinda!

A entrevista pode ser lida neste link:

Boas leituras... e comentem!

A autora agradece. E nós também ;)


23 setembro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM O AUTOR ESTÊVÃO DE SOUSA



Entrevista de Estêvão de Sousa, autor dos livros «Irina - A Guerrilheira», «Nesta Terra Abençoada» e «Tráfico no Rio Geba», para a Revista Divulga Escritor. Um grandioso projecto jornalístico que conta com o apoio Sui Generis. Parabéns, Estêvão!


A entrevista pode ser lida neste link:


Boas leituras... e comentem!

O autor agradece. E nós também ;)


22 setembro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM O AUTOR MANUEL AMARO MENDONÇA



Entrevista de Manuel Amaro Mendonça, autor do romance «Lágrimas no Rio» cujo Prefácio foi escrito por mim, para a Revista Divulga Escritor. Um grandioso projecto jornalístico que conta com o apoio Sui Generis. Parabéns, Manuel!

A entrevista pode ser lida neste link:

Boas leituras... e comentem!
O autor agradece. E nós também ;)



21 setembro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM A AUTORA ÂNGELA CABOZ


Entrevista da autora Ângela Caboz para a Revista Divulga Escritor. Um grandioso projecto jornalístico que conta com o apoio Sui Generis. Parabéns, Ângela!

A entrevista pode ser lida neste link:

Boas leituras... e comentem!
A autora agradece. E nós também ;)


18 setembro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM A AUTORA SANDRA BOVETO



Eis a segunda entrevista para a revista Divulga Escritor!
Da autora Sandra Boveto.

Um grandioso projecto jornalístico que conta com (todo) o apoio e colaboração Sui Generis. Parabéns pela bela entrevista, Sandra Boveto!
E mais uma vez: obrigado pela participação!


A entrevista pode ser lida neste link:


Boas leituras... e comentem!
A autora agradece. E nós também ;)



17 setembro, 2016

DIVULGA ESCRITOR - ENTREVISTA COM O AUTOR JORGE PINCORUJA



Começaram a ser divulgadas hoje as entrevistas de autores portugueses na revista Divulga Escritor. Um projecto jornalístico cuja essência ainda não divulgamos e que conta com (todo) o apoio Sui Generis. Fui convidado, pela Shirley Cavalcante, directora da Divulga Escritor, a colaborar neste projecto. Aceitei com muito gosto! Embora as entrevistas não sejam feitas ou conduzidas por mim, pelo menos por enquanto, dá para matar um pouquinho a saudade do jornalismo. Mas, brevemente, assumirei também o papel de entrevistador. Adoro entrevistar! Tenho saudade dos tempos em que tinha um gravador na mão. Mas será pontualmente... Obrigado, Shirley.

A entrevista do autor Jorge Pincoruja é a primeira a ser divulgada.
Parabéns, Jorge! E mais uma vez, agora publicamente: obrigado pela tua participação.
Abraços

Para ler a entrevista de Jorge Pincoruja, clique neste link:

E (depois) comente, se faz favor!
O autor agradece. E nós também...


Edições Sui Generis


20 março, 2016

REVISTA CONEXÃO LITERATURA - ENTREVISTA COM ISIDRO SOUSA

Isidro Sousa com Sérgio Sola e Manuel Amaro Mendonça no lançamento de «A Bíblia dos Pecadores»,
que ocorreu no passado dia 13 de Fevereiro, no restaurante Taska Real Portuguesa, em Lisboa


ENTREVISTA COM ISIDRO SOUSA
por Ademir Pascale


“Uma antologia é uma obra colectiva que reúne autores de várias sensibilidades,
estilos, culturas e géneros, tanto autores já distinguidos ou consagrados
como aqueles que publicam pela primeira vez.” 


Conexão Literatura: Poderia contar para os nossos leitores como foi o seu início no meio literário?

Isidro Sousa: Foi um arranque deveras trabalhoso, tão desejado quão sofrido; envolveu uma luta titânica, qual David enfrentando Golias, com um grupo editorial que pretendia apoderar-se, sem o menor escrúpulo, de uma antologia que organizei: «A Bíblia dos Pecadores». Não permiti. Não me deixei seduzir nem ludibriar, tão-pouco me intimidei com ameaças ou insultos. Vivi dias de terror, no entanto, lutei com a garra de um leão para defender o meu projecto! Não obstante as parcerias noutros projectos que decorriam em simultâneo, desenvolvi, desde o início, esta antologia de um modo totalmente independente e autónomo. Graças a Deus, consegui salvá-la da influência maléfica, totalmente obscura, daquele grupo editorial que não tem a menor transparência, levando-a a um porto bem seguro. Na sequência desse conflito, decidi relançar-me como editor.

Conexão Literatura: Relançar-se como editor? Então, a sua experiência já é longa...

Isidro Sousa: Escrevo desde a adolescência, todavia, nunca me foi concedida a possibilidade de publicar. Escrevi o primeiro romance em 1999 e um livro de poesia em 2001; ambos permanecem inéditos. Em 1996, iniciei a actividade jornalística e editorial. A literatura era o sonho, o jornalismo surgiu por acaso... porém, um acaso muito feliz. Permitiu-me conhecer outros autores e jornalistas. Enquanto editor, publiquei trechos literários em paralelo com as peças jornalísticas, nas publicações que fundei e dirigi, e organizei a «1ª Antologia de Literatura Homoerórica Portuguesa», que editei em 2001 com o patrocínio da Câmara Municipal de Lisboa. Mais tarde, integrei a redacção da Colorpress Editora, para a qual produzi textos a um ritmo alucinante. Em 2012, a minha actividade editorial sofreu um interregno. Deixando de editar, a desmotivação dominou-me. Parei de escrever. A luta pelo lançamento do romance mantinha-se, mas a luz no horizonte não se vislumbrava. Em 2014, acercando-me do meio literário, eis a lufada de ar fresco! A motivação ressurgiu com prazer redobrado. Recomecei a escrever... mergulhando, de corpo e alma, no universo literário. Participei em dezenas de obras colectivas e fui distinguido com o 2º Prémio no 5º Concurso Literário da Papel D’Arroz Editora. Esse reconhecimento funcionou como um incentivo, levando-me a criar as condições necessárias que me farão realizar o sonho. Foi quando decidi organizar «A Bíblia dos Pecadores». Em paralelo, surgiu o convite para dinamizar a Silkskin Editora – para a qual organizei a antologia «Boas Festas». Meses volvidos, um grave conflito com a responsável pela empresa (que agrupa quatro editoras) fez-me romper os vínculos. Como já tinha uma antologia independente em curso, creio ter feito a melhor opção: contra ventos e marés, relançar-me como editor.

Conexão Literatura: Você foi editor de jornais e revistas, tendo fundado em 1996 a revista “Korpus”, considerada a primeira revista gay portuguesa; também editou e dirigiu o “Púbico”, jornal homoerótico, e desde 2003 produz e edita anualmente o “Lisbon Gay Guide”, um guia turístico distribuído gratuitamente em locais específicos da comunidade LGBT. Poderia comentar?

Isidro Sousa: O meu percurso enquanto editor de publicações periódicas é longo; começou há 20 anos. No entanto, até aí nunca havia almejado o jornalismo; somente a literatura. Mas a “Korpus” revelou-se um acaso muito feliz; surgiu durante uma brincadeira, para provar aos meus amigos que conseguia editar uma revista. Nessa época, eu tinha 22 anos; era bastante jovem e um tanto inconsequente... mas já possuía um espírito audaz, atitudes arrojadas e não perdia tempo com indecisões. Editei a “Korpus” durante 12 anos; foi o primeiro órgão de comunicação dedicado às minorias sexuais em Portugal, numa época em que o preconceito grassava. E embora fosse uma publicação temática, era generalista dentro da sua especificidade: política, cultura, intervenção, associativismo, lazer, erotismo... os conteúdos, da simples legenda à grande reportagem, abrangiam tudo! Entrevistei, por exemplo, o falecido poeta Eugénio de Andrade e publiquei uma entrevista com o realizador Pedro Almodóvar. Reuni uma equipa de excelentes colaboradores, escritores incluídos. Dei um forte contributo nas lutas concretizadas, nas leis que se criaram, no bem-estar que a comunidade LGBT portuguesa alcançou. O “Lisbon Gay Guide” é um guia desdobrável com formato de bolso, actualizado anualmente, bilingue; destinado aos turistas que visitam Lisboa, inclui informações sobre os locais LGBT existentes na cidade: bares, discotecas, hotéis, saunas, restaurantes, lojas, organizações, etc. O “Púbico”, por sua vez, foi a publicação que sucedeu à “Korpus”, em 2008. Sendo um jornal (impresso) e tendo menos páginas, envolvia menos custos de produção; editei-o em parceria com a Colorpress Editora e os conteúdos privilegiavam o erotismo, mas um erotismo bem cuidado, com qualidade, sem cair na pornografia. Tinha também uma vertente formativa e informativa, com crónicas, opinião, reportagens, consultório assegurado por um psicólogo e espaços para a cultura e o social. Foi editado até 2012, ano em que a Colorpress cessou a actividade. Por arrastamento, eu deixei também de (poder) editar.    

Conexão Literatura: Você tem como projeto lançar a editora Sui Generis. Fale mais para os nossos leitores sobre a ideia da editora e sobre os lançamentos da coleção de livros que leva o mesmo título.

Isidro Sousa: O nome Sui Generis existe como marca desde Dezembro de 2015, sendo o título de uma Colecção de Antologias, porém, dará origem (a curto prazo) à editora Sui Generis. Constituir uma editora é um processo nada fácil, envolve questões financeiras e imensas burocracias, pode demorar. Em Dezembro passado, estabeleci uma parceria com a editora EuEdito – que me permite publicar já as obras Sui Generis sob a sua tutela (essa parceria facilita, por exemplo, tudo o que se relaciona com questões burocráticas); caso contrário, teria de esperar meses para lançar a minha editora. Não obstante, após ter a editora formalmente constituída, tenciono manter a parceria com a EuEdito; é mais vantajoso. Numa fase inicial, a Sui Generis promove somente obras colectivas, organizará brevemente tertúlias e workshops literários em associações culturais, envolverá outros autores na coordenação de projectos e lançará os meus livros individuais; numa fase posterior, dará também atenção a outros autores... mas somente a autores que conheço e cujas obras admiro. Darei preferência, indiscutivelmente, aos Autores Sui Generis... aqueles que colaboram com projectos Sui Generis. Recuso manuscritos para análise (não há disponibilidade para isso), prefiro ir conhecendo os autores e eu mesmo farei convites quando considerar os momentos oportunos. Não é objectivo da Sui Generis publicar uma grande quantidade de autores, como se vê na generalidade das editoras; prefiro editar poucos, mas bons! A Sui Generis privilegia a qualidade! Aliás, todos os trabalhos (quer colectivos, quer individuais) passam sempre pelo meu crivo; eu mesmo reviso os textos. Não quero lixo ortográfico, nem gralhas, nem qualquer tipo de incorrecção ou imperfeição nos livros Sui Generis. E jamais associarei o nome Sui Generis a uma obra mal concebida – por dinheiro nenhum!

Conexão Literatura: Você organizou a antologia “A Bíblia dos Pecadores”, lançada em fevereiro. Nela foram publicados contos de autores brasileiros e portugueses. Conte para nós como foi a ideia do título e como foi a seleção dos contos.

Isidro Sousa: “A Bíblia dos Pecadores” é a obra inaugural da Colecção Sui Generis. Foi lançada no dia 13 de Fevereiro com a chancela da EuEdito e reúne 44 autores, 30 portugueses e 14 brasileiros, ao longo de 378 páginas. A ideia desta obra foi criar uma “Bíblia” – Do Génesis ao Apocalipse – inspirada em episódios da Sagrada Escritura, porém, construída por Pecadores e cada autor escolheu o tema que desejou desenvolver. Na selecção dos textos, privilegiei, especialmente, a qualidade e o enquadramento no espírito do projecto, todavia, houve um acompanhamento muito próximo aos participantes. Temos vários autores (de todas as idades) com obras individuais publicadas, muitos deles já premiados, distinguidos em concursos literários, campeonatos e certames similares; temos outros autores que só escreviam poesia e estrearam-se agora na prosa, respondendo ao meu desafio; e temos aqueles autores estreantes, que publicam pela primeira vez um texto em livro. Quanto aos conteúdos, são muito, muito, muito diversificados. Cada autor, um tema diferente! Cada texto, um estilo Sui Generis! Do drama à comédia, da aventura à sátira, da prosa poética à peça de teatro, da crónica ao romance, do policial à ficção científica... existe um pouco de tudo! E é essa grande variedade de temas, essa diversidade de estilos e géneros literários que enriquece esta “Bíblia” de Pecadores, tornando-a uma edição única... verdadeiramente sui generis! 

Conexão Literatura: Poderia destacar um trecho de “A Bíblia dos Pecadores”, especialmente para os nossos leitores?

Isidro Sousa: É dificil destacar só um texto. Temos dramas, aventuras, crónicas, comédias, sátiras deliciosas... Por exemplo: aos costumes de Sodoma e Gomorra, especialmente à mulher de Lot, que virou Estátua de Sal. Ou então às donas de casa sexualmente insatisfeitas, reflectidas numa Eva descontente com a sua condição feminina face ao companheiro homem. A figura de Eva inspirou textos belíssimos. O mesmo sucedeu com Maria Madalena. Algumas seitas actuais e actos de charlatanismo protagonizados por certas individualidades também são visados através da ironia. Nos policiais, destaco o renascimento do assassino numa nova vida, a empresária sem escrúpulos inspirada em Jezabel e o estupendo serial killer que ocorre em paróquias do Rio de Janeiro. A infidelidade, a desilusão amorosa e o adultério deram pano para mangas. Há belíssimas histórias de amor e algumas crises de consciência, quer com a própria sexualidade, quer nas guerras sangrentas. Estórias amorosas entre seres do mesmo sexo não foram olvidadas. As vantagens e os benefícios do voluntariado, a violência doméstica e a escassez de dinheiro, as crises de refugiados, Direitos Humanos, a violência no mundo, a condição feminina em solo africano e as consequências do alistamento nas fileiras do Estado Islâmico são outros temas abordados através da literatura. A ambição de Babel, a tragédia de Abel, a fuga de Jacob, a paixão de Lázaro, espiritualidade, misticismo e biografias romanceadas também estão presentes, especialmente a de Barrabás, transmitindo a visão do criminoso perante o martírio do inocente. Ah, e temos uma aventura deveras interessante inspirada nessa mesma figura, a de Barrabás, mas à laia de Robin dos Bosques. Na ficção científica, conspirações e visões apocalípticas. E textos futuristas. Mas há mais... muito mais!

Conexão Literatura: Como os interessados deverão proceder para adquirir um exemplar do livro?

Isidro Sousa: O meio mais fácil e directo para comprar qualquer livro Sui Generis é ficarem atentos às páginas e grupos que disponibilizo nas redes sociais. Utilizo o Facebook e o Twitter. Pesquisem pelos nomes “Isidro Sousa”, “Isidro Sui Generis” e “Sui Generis”. Aos dois blogues também: “De Lírios” (http://isidelirios.blogspot.pt), o meu blogue pessoal, e “Letras Sui Generis” (http://letras-suigeneris.blogspot.pt). Podem comunicar por chat privado, através dos comentários e por e-mail (letras.suigeneris@gmail.com); o processo de venda do livro passa, quase todo, pelas minhas mãos. Podem encomendar comigo. Mas a versão impressa do livro e a versão descarregável, ou o e-book, bastante mais económico, encontram-se também disponíveis na livraria virtual da EuEdito (www.euedito.com); basta entrar na opção “Livraria” e pesquisar com a palavra “Bíblia”. Além disso, faremos brevemente o lançamento internacional de “A Bíblia dos Pecadores” através da Amazon. E novos locais de venda que se conquistem serão indicados em todas as nossas páginas.


Conexão Literatura: Você estará lançando em breve a antologia “O Beijo do Vampiro”. Poderia comentar?

Isidro Sousa: “O Beijo do Vampiro” é a segunda antologia da Colecção Sui Generis e reúne contos vampirescos de 37 autores: 22 portugueses e 15 brasileiros. Apesar de haver uma presença bastante significativa de autores brasileiros em relação aos autores de outros países (até aqui, inexistente), as nossas antologias são lusófonas. Este livro está em fase de produção e edição; a sessão de lançamento, ainda não agendada, deverá ocorrer no fim de Março. Como o próprio título sugere, o tema desta antologia é o universo dos vampiros. Embora seja um tema mais limitado em relação aos episódios bíblicos, registou uma forte adesão, despertou imenso interesse! Os textos são igualmente bastante variados: do drama à aventura, do romance ao sobrenatural, da comédia ao policial, do fantástico à ficção científica. Após a publicação de “O Beijo do Vampiro”, lançaremos “Vendaval de Emoções”, a terceira Antologia Sui Generis, que reúne poemas e prosa poética de seis dezenas de autores lusófonos; nesta obra, temos já incluídos autores africanos e o tema são as emoções.

Conexão Literatura: Como os leitores poderão saber mais sobre os seus futuros projetos?

Isidro Sousa: Todas as informações relacionadas com as Antologias Sui Generis são divulgadas nas páginas que citei. Mas devo referir que... além dos três projectos literários de que já falei, temos outras antologias a decorrer: «Ninguém Leva a Mal», que visa seleccionar estórias carnavalescas (prazo para recepção de textos prorrogado até 15 de Março), «Sexta-Feira 13», dedicada aos Mitos & Superstições (também até 15 de Março; para ser lançada na única sexta-feira dia 13 deste ano), e «Os Vigaristas» (até 31 de Março), que visa seleccionar crónicas, poemas e contos do vigário. No início de Março, arrancaremos com uma nova Antologia de Poesia Lusófona dedicada às paixões, intitulada «Torrente de Paixões» (até 15 de Abril), e teremos, na terceira semana de Março, outro projecto dedicado às Ruralidades portuguesa e brasileira, «Saloios & Caipiras – Lendas, Causos e Poesia», coordenado por uma autora brasileira: Marcella Reis. Todos os autores que se interessem por alguma destas antologias, devem consultar os respectivos regulamentos, publicados nos nossos blogues, ou então comunicar comigo. Ficam, desde já, convidados à participação. Quanto aos leitores, mantenham-se atentos aos blogues e às páginas nas redes sociais, onde divulgo todos os meus trabalhos... quer individuais, quer colectivos. E para adquirir qualquer um destes livros, comuniquem directamente comigo.   


Perguntas rápidas:

Um livro: «A Última Tentação de Cristo», de Nikos Kazantzakis, que deu origem ao filme com o mesmo título.

Um autor: Guilherme de Melo – cuja obra admiro e tive o privilégio de conviver com ele, enquanto viveu; tinha uma postura ímpar. Além de ter sido meu amigo, é uma referência para mim.

Um filme: «Tudo Sobre a Minha Mãe», de Pedro Almodóvar, e todos os filmes deste realizador.

Um dia especial: Muitos! Mas destaco o mais recente: 13 de Fevereiro, dia em que ocorreu o lançamento de «A Bíblia dos Pecadores». Foi muito especial, verdadeiramente emocionante...


Conexão Literatura: Deseja encerrar com mais algum comentário?

Isidro Sousa: Gostaria de salientar a importância destes projectos. Uma antologia é uma obra colectiva que reúne autores de várias sensibilidades, estilos, culturas e géneros, tanto autores já distinguidos ou consagrados como aqueles que publicam pela primeira vez. Participando, o autor divulga o seu trabalho, mostra o seu talento, vai trilhando um caminho e atinge mais facilmente objectivos específicos. Há que frisar: foi através da participação em diversas obras colectivas de várias editoras, em Portugal e no Brasil, que eu consegui relançar-me! Para o leitor, é uma oportunidade de ler textos distintos de diferentes autores num só livro. Por outro lado, recomendo mil cuidados na hora de procurar uma editora para publicar um livro. Analisem bem as propostas que recebem, leiam todas as entrelinhas dos contratos. Nada assinem, enquanto tiverem dúvidas. Observem também o funcionamento das editoras. Uma editora que não prima pelo rigor, não analisa nem revisa textos, apresenta capas foleiras feitas às três pancadas, não divulga nem promove as suas obras e/ou autores e persiste em publicar lixo literário não beneficia nem credibiliza nenhum autor. Em Portugal, infelizmente, há muitas que procedem desse modo; como lobos disfarçados na pele do cordeiro. Se não conhecem, questionem. Dêem especial atenção às queixas de outros autores. Eles podem ter razão! Eu tive o desprazer de trabalhar num grupo editorial cuja conduta é essa mesma: tudo o que vier à rede é peixe! Não há rigor, não há selecção, não há qualidade, só lhes interessa sugar os autores, enchendo os bolsos de dinheiro. Não pensem que estou a exagerar! Eu sei do que falo. Foi justamente por isso que bati com a porta e decidi relançar-me como editor. Para mim, só existe um lema: qualidade acima de tudo!



Entrevista publicada na revista «Conexão Literatura»
Edição Nº 9, Março 2016, páginas 25-30

A mesma edição inclui uma página completa de publicidade às Antologias Sui Generis, na página 19, e um texto de Isidro Sousa sobre «A Bíblia dos Pecadores» (com o título «Livro A Bíblia dos Pecadores») nas páginas 35-36.